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IMITAÇÃO DE CRISTO

"Sede santos porque Eu Sou Santo" Lv 11,44

Imitação de Cristo é uma obra da literatura devocional, de autor anônimo, publicada no século XV. Seu texto é um auxiliar à oração e às práticas devocionais pessoais. Alguns o consideram um dos maiores tratados de moral cristã. A obra é atribuida ao padre alemão Tomás de Kempis, já que dos 66 manuscritos 60 trazem a assinatura de Tomás de Kempis, na mais respeitada cópia, conhecida como Kempense, escrita em 1441.

 Tomás de Kempis, também conhecido como Tomás de Kempen, Thomas Hemerken, Thomas à Kempis, ou Thomas von Kempen (Kempen, Renânia, 1379 ou 1380 - 25 de julho de 1471, mosteiro de Saint Agnetenberg, Zwolle), foi um monge e escritor místico alemão. São-lhe atribuidas cerca de 40 obras, o que o torna o maior representante da literatura devocional moderna. Um dos textos que lhe são atribuídos é o Imitação de Cristo, obra de inegável influência no cristianismo.

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Comentário de Antonio Jose Nunes da Silva em 27 maio 2015 às 6:55

continuação..

A Primeira Grande Revelação

A primeira revelação deu-se provavelmente na manhã do dia 27 de dezembro de 1673, e indica a intensidade do desejo divino de salvar os homens por meio da devoção ao Sagrado Coração. Eis como Santa Margarida a relata:

Uma vez estava, estava eu diante do Santíssimo Sacramento… Encontrava-me toda tomada por esta presença divina”.

“Ele me descobriu as maravilhas de Seu amor, e os segredos inexplicáveis de Seu Sagrado Coração… mas de maneira tão efetiva e sensível que não me deixou lugar a dúvidas, por causa dos efeitos que esta graça produziu em mim, que sempre temo, entretanto, enganar-me em tudo isso que digo acontecer comigo”.

“Eis como me parece que a coisa se passou: Ele me disse:

- Meu Coração divino é tão apaixonado de amor pelos homens, e por ti em particular, que não mais podendo conter em si as chamas de sua caridade ardente, é preciso que elas se difundam por teu intermédio, e que ele se manifeste aos homens para os enriquecer de seus tesouros preciosos, que eu aqui te manifesto e que contêm as graças santificantes e salutares necessárias para os retirar do abismo de perdição.

Eu te escolhi como um abismo de indignidade e de ignorância para a execução deste grande desígnio, a fim de que tudo seja feito por mim”.

“Depois, Ele me pediu o coração, o qual lhe supliquei que tomasse, o que Ele fez, colocando-o no Seu, adorável, no qual me fez vê-lo como um pequeno átomo que se consumia nesta fornalha ardente.

Ao retirá-lo como uma chama viva em forma de coração, Ele o colocou no lugar de onde o havia retirado e me disse:

- Eis aqui, minha bem amada, uma caução preciosa de meu amor, que contém em teu coração uma pequena fagulha de suas chamas mais vivas, para te servir de coração e te consumir até o último momento…

Para mostrar que a grande graça que te faço não é imaginação, e que ela é o fundamento de todas as outras que ainda te darei, embora tenha fechado a chaga de teu lado, a dor ficará para sempre.

E se até agora tu não tomaste senão o nome de minha escrava, eu te dou este de discípula bem amada de meu Sagrado Coração”.

(Continua…)

*   *   *

Fonte: retirado do livro “O estandarte da vitória: A devoção ao Sagrado Coração de Jesus e as necessidades de nossa época” de Péricles Capanema Ferreira e Melo.

Comentário de Antonio Jose Nunes da Silva em 27 maio 2015 às 6:53

Sagrado Coração de Jesus: você conhece as quatro grandes REVELAÇÕES e a grande promessa de Nosso Senhor à Santa Margarida? (Parte I)

Nosso Senhor Jesus Cristo aparece a Santa Margarida Maria Alacoque para revelar ao mundo a devoção a Seu Sagrado Coração.

Santa Margarida Maria recebeu graças de vida mística extraordinária desde muito cedo, que aumentaram na vida adulta.

Aqui interessam sobretudo aquelas graças conhecidas como As Quatro Grandes Revelações, ocorridas entre setembro de 1673 e junho de 1675, enquanto a Santa adorava o
Santíssimo Sacramento.

A circunstância de essas revelações terem acontecido diante do Santíssimo Sacramento não parece fortuita. Pois duas das práticas de piedade muito ligadas à devoção ao Sagrado Coração são exatamente a adoração ao Santíssimo Sacramento e a comunhão frequente.

O altar das aparições, diante do qual ela rezou, não existe mais. Houve reformas no interior da Igreja, vinte anos após sua morte, ocorrida em 1690, e aí se perderam os traços desta relíquia que tanto significado teria para a devoção.continua....

Comentário de Antonio Jose Nunes da Silva em 24 maio 2015 às 16:11

Comentário de Antonio Jose Nunes da Silva em 24 maio 2015 às 16:10

Comentário de Antonio Jose Nunes da Silva em 24 maio 2015 às 16:08

Amai o Amor Maior

Comentário de Antonio Jose Nunes da Silva em 24 maio 2015 às 6:49

Comentário de Antonio Jose Nunes da Silva em 24 maio 2015 às 6:47

continuação..

Porque assim acontece?

Por que tão grande mudança de conduta? Serão as ingratidões dos homens mais escusáveis hoje do que outrora? Bem ao contrário, são muito mais culpáveis, já que os imensos benefícios de Deus se multiplicam cada dia.

A verdadeira razão desta clemência espantosa é a Santa Missa, pela qual esta grande Vítima, que se chama Jesus, se oferece ao Eterno Pai. Eis aí o sol da santa Igreja que dissipa as nuvens e torna sereno o céu.

Eis aí o arco-íris que detém os raios da Divina Justiça. Creio para mim que, não fosse a Santa Missa, o Mundo estaria já no abismo, incapaz de suportar o imenso fardo de suas iniqüidades.

A Santa Missa é o poderoso sustentáculo que lhe permite subsistir.

Concluí, de tudo isto, quanto este divino Sacrifício é necessário; assim então, sabei aproveitá-lo o máximo que for possível.

Para isto, quando participamos da Santa Missa, devemos imitar Afonso de Albuquerque.

Achando-se, com sua frota, em perigo de naufragar numa horrível tempestade, teve uma inspiração: tomou nos braços uma criança que viajava em sua nau, e, elevando-a ao
alto, exclamou:

“Se todos somos pecadores, esta criaturinha é certamente sem mácula, Ah! Senhor por amor deste inocente compadecei-vos dos culpados!”

Acreditareis? A vista dessa criança inocente agradou tanto a Deus, que Ele acalmou o mar e devolveu a alegria àqueles infelizes, gelados já pelo terror da morte certa.

Ora, qual pensais seja a atitude do Eterno Pai, quando o sacerdote, levantando a Santa Hóstia, lhe apresenta o Divino Filho? Ah! seu amor não pode resistir à vista do inocente Jesus; Ele se sente forçado a acalmar nossas tormentas, e acudir a todas as nossas necessidades.

Sem esta santa vítima, portanto, sem Jesus sacrificado por nós, primeiro sobre a Cruz, e todos os dias sobre nossos altares, estaríamos perdidos, e poderia cada um dizer a seu companheiro: “Até à vista no inferno! Sim, sim, no inferno, no inferno! Até à vista no inferno!”.

Mas, com este tesouro da Santa Missa a nosso alcance, nossa esperança renasce; e se não opusermos obstáculos, teremos assegurado o Paraíso.

Deveríamos, portanto, beijar nossos altares, perfumá-los de incenso, e sobretudo honrá-los com nosso máximo respeito, pois que deles nos vêem tantos bens.

Juntai as mãos e agradecei a Deus Pai que nos deu o mandamento tão doce de oferecer-Lhe muitas vezes a Vítima celeste.

Agradecei-Lhe, sobretudo, pelo imenso proveito que dela recebeis, se sois fiel não somente em oferecê-la, mas de fazê-lo para os fins a que nos foi concedido este dom tão precioso.

*   *   *

Fonte: retirado do livro “As Excelências da Santa Missa” de São Leonardo de Porto-Maurício.

Comentário de Antonio Jose Nunes da Silva em 24 maio 2015 às 6:47

O mundo inteiro precisa do Sacrifício da Santa Missa! Clique aqui e saiba o porquê:

O Sacrifício diário de Nosso Senhor na Santa Missa é o evita os castigos de Deus pelos horrendos pecados da Humanidade...

Se não houvesse o Sol, que seria da Terra? Oh! Tudo seria trevas, horror, esterilidade e desolação.

E se o Mundo não tivesse a Santa Missa, que seria de nós? Infelizes! Ficaríamos privados de todos os bens sobrecarregados de todos os males. Estaríamos expostos a todos os raios da cólera
de Deus.

Alguns há que se admiram, e acham que, de certo modo Deus mudou a sua maneira de governar. Antigamente Ele se nomeava de Deus dos exércitos, e falava ao povo do meio das nuvens, manejando o trovão; e de fato, era com todo o rigor da justiça que castigava os pecados.

Por um único adultério, mandou passar a fio de espada vinte e cinco mil homens da tribo de Benjamim. (Juiz 20,46).

Por um leve pecado de orgulho de Davi em computar o povo, enviou Ele uma peste tão terrível que, em poucas horas pereceram setenta mil pessoas
(II Sam. 24,15).

Por um só olhar curioso e desrespeitoso dos betsamitas, fez que cinqüenta mil deles perecessem.
(I Sam. 6, 19).

E agora suporta, com paciência, não só vaidades e irreverências, mas adultérios, os mais vergonhosos, escândalos gravíssimos, e tantas blasfêmias horríveis que muitos cristãos vomitam contra Seu Nome Santíssimo.

continua...

Comentário de vanderli fernandes brajato em 12 abril 2012 às 10:01

 

   Este livro foi escrito pelo monge Tomás de Kempis,há muitos anos, mas desde então ele já foi lido por muitos santos padres.

   Temos sempre que possível retornar a ler, para aumentar nossa espiritualidade.

Comentário de Maria Amélia Condeço Ameixoeira em 7 fevereiro 2012 às 14:34
Evangelho segundo S. João 19,28-37.
Naquele tempo, Jesus, sabendo que tudo se consumara, para se cumprir totalmente a Escritura, disse: «Tenho sede!»
Havia ali uma vasilha cheia de vinagre. Então, ensopando no vinagre uma esponja fixada num ramo de hissopo, chegaram-lha à boca.
Quando tomou o vinagre, Jesus disse: «Tudo está consumado.» E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
Como era o dia da Preparação da Páscoa, para evitar que no sábado ficassem os corpos na cruz, porque aquele sábado era um dia muito solene, os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados.
Os soldados foram e quebraram as pernas ao primeiro e também ao outro que tinha sido crucificado juntamente.
Mas, ao chegarem a Jesus, vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas.
Porém, um dos soldados traspassou-lhe o peito com uma lança e logo brotou sangue e água.
Aquele que viu estas coisas é que dá testemunho delas e o seu testemunho é verdadeiro. E ele bem sabe que diz a verdade, para vós crerdes também.
É que isto aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz: Não se lhe quebrará nenhum osso.
E também outro passo da Escritura diz: Hão-de olhar para aquele que trespassaram.

Comentário ao Evangelho do dia feito por :

Jean Tauler (c. 1300-1361), dominicano
Meditação sobre a Paixão
«Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então compreendereis que Eu sou» (Jo 8,28)
Vinde, vós todos que amais a Deus; vede o que Nosso Senhor fez por vós. Vinde, vós todos que fostes resgatados pelo sangue puríssimo do Cordeiro inocente; vede e compreendei o que Ele sofreu por causa do nosso pecado. Hoje abre-se para nós o Livro da Vida, os sete selos são quebrados (Ap 6). A verdade resplandece, nela se manifestam os tesouros da sabedoria e da ciência (Ro 11,33); brota a fonte que contém os mistérios de Deus.

Hoje rompe-se o antigo véu (Mt 27,51), todas as aparências dão lugar à realidade. O Santo dos Santos abre-se de par em par, graças a Jesus, o Sumo Sacerdote (He 2,17). O sacrifício que Ele oferece não é senão o Seu próprio sangue. Hoje, em Jesus Cristo, é revelado o sentido de todos os símbolos, são descobertos todos os mistérios. Hoje abre-se o tesouro imenso do pai de família do qual fruirão plenamente todos os pobres, todos os fracos, todos os oprimidos. Cada um pode beber nas chagas do Senhor a graça de que mais necessita. [...]

Hoje manifestou-se, acima de todas as coisas, o admirável mistério: o Rei dos homens faz-se o rebotalho da humanidade; o Altíssimo faz-se o último de todos; o Filho único de Deus oferece-Se livremente à cruz pelos pobres pecadores que somos nós. Ele quer pregar o pecado na cruz, matar a morte e, pelo Seu sangue precioso, destruir a nota da dívida onde estão registadas as nossas faltas (Col 2,14). [...]


Não foi Ele que disse: «Quando Eu for elevado, atrairei tudo a Mim» (Jo 12,32)? Tudo, quer dizer, todos os homens, em quem tudo se reúne. Muitos homens encontram a cruz; entre muitas tribulações, Deus leva-os a essa cruz, para os atrair a Si. Então eles carregam de bom grado a sua própria cruz e assim tornam-se verdadeiros amigos de Deus.
 

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