Ave Luz

Alegra-te cheia de graça!

 

O Ser é a Graça personificada, além da pessoa.

O ego é resistência.

O Ser é facilidade.

O ego tem necessidade de ver.

O Ser está bem além de todo ver.

O ego está sempre em movimento.

O Ser é o não-movimento.

Viver, refere-se ao ego como ao Ser.

A vida do ego sempre tem necessidade de

justificativas e de explicações.

A vida do Ser é evidência e Silêncio.

Do ego ao Ser, há apenas a distância que

é concebida pelo próprio ego.

Do Ser ao ego, há coincidência e Alegria.

O Ser irá sempre expressar a Alegria do Abandono.

O ego irá sempre expressar a resistência à evidência.

O Ser é permanente.

O ego jamais poderá viver o Instante Presente.

O Ser não pode ver o bem ou o mal

porque ambos pertencem ao ego.

O ego vendo, verá sempre o que está bem

e o que está mal.

O Ser não pode conhecer um amor exterior.

O ego é a marca deixada pela ausência de amor,

percebida e vivenciada.

A diferença entre o ego e o Ser tem-se simplesmente

no que a alma alcança: ou a alma tem sede de matéria,

ou a alma tem sede de Luz.

A sede de matéria é um desejo sem fim,

uma busca frenética.

O Ser é estranho a tudo isso.

A alma que recebe a Luz pode queimar e

desaparecer, ou resistir, para fortalecer o ego.

O tempo é o tempo do Ser, porque a Luz é oficiante,

porque a Luz Real (que ilumina a consciência) emerge.

O ego é vazio e se crê pleno.

 O Ser é pleno, mas se sabe vazio para este Mundo.

A vibração da alma é um Fogo.

Esse Fogo pode alimentar a matéria ou a Luz.

Alimentar a Luz trasmuta a matéria.

Alimentar a matéria não cria qualquer transmutação.

Uma e outra, matéria e Luz, foram mescladas.

A alma recebendo a Luz tem por objetivo desenredar-se

e a viver e a ver o ego e o Ser, a fim de que em um

dado momento, nenhum habitante da Terra possa

se esconder atrás do ego, afirmando que não sabia.

Irmãos e Irmãs, Sementes de Estrelas, nada pode macular

a autenticidade do Ser, somente o ego acreditou nisso,

mas não se sintam culpados. O ego será sempre o responsavel.

O Ser, é Liberdade.

Permitam-Me colocar sobre os seus ombros,

o Manto Azul da Graça... ... ... 

(Ma Ananda Moyi) 

 

 

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